Era uma vez um castelo
Tuesday, October 26, 2010
Histórias...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
4:44 AM
3
pensamento(s) profundo(s)
Friday, May 21, 2010
As palavras que eu sou...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
2:14 PM
6
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, March 27, 2008
Conversas comigo mesma...
"Reflexos de um espelho de memória
Distorcem o olhar do coração
Escondem a alegria na escuridão
Imaginas-te a contar a tua história?
A preocupação, a tristeza
Que suavemente guardas no regaço
Que torna o teu olhar gélido e baço
Que te faz sempre sentir tão presa"
"Essa preocupação, por mim sentida
É porque existo para os ajudar
E se eles não soubessem cantar
De nada serviria a minha vida
E se a infelicidade me matar
Eles me guardarão na memória
Para que serve contar a minha história
Se não existir história para contar?"
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
9:20 AM
13
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, February 14, 2008
Fatal dia de S. Valentim...
O sol esconde-se em luto fatal
A lua chora lágrimas de sal
O vento mal sopra, quase sem vida
Só a natureza vê a mágoa sentida
Pois agora chegou a altura
Mais um corpo encontrou a sepultura
Num dia tão belo, tão cheio de amor
Todos ignoram a derradeira dor
Mas também foi esse amor que me levou
Ensinou-me a voar e as asas me cortou
Trancou-me no inferno, depois de me levar ao céu
Ninguém saberá, tudo esconde o meu véu
Perdi tudo, nem sei quem sou
Ofereci a alma a quem me matou
Mas ainda vive o meu amor por ti
A emoção perdura, só eu é que morri...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
12:41 PM
5
pensamento(s) profundo(s)
Monday, February 4, 2008
Sem ela, tudo se perdeu...
Presa num mundo ao qual nunca pertenci
Pergunto a mim própria o que faço aqui
O meu coração é agora teu
E, sem ele, a minha alma pereceu
A vida escorre pela minha pele fria
Apagando toda a dor que sentia
Eras a única luz do meu ser
E, sem ela, não quis mais viver
Branca, gelada, enfrentei a morte
Assim se esvaneceu a tua sorte
Eu caí, sem vida, aos teus pés
E, sem mim, tu nada és
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:27 AM
13
pensamento(s) profundo(s)
Wednesday, January 16, 2008
Em delírio...
Não sabes quem és, onde estás
Deixaste o mundo para trás
Só vives nesse único delírio
Que se esvanece em martírio
Numa pura ausência de compreensão
Invocas o nome da Solidão
Tornando-se claro como água
A existência do teu mundo de mágoa
Mas continuarás, então
A apodrecer na escuridão
Enquanto a vida reluz?
Será que não acreditas na alegria?
Ou talvez tudo o que antes existia
No teu desespero, não mais seduz...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:37 AM
10
pensamento(s) profundo(s)



