Poeira dourada que se desfaz no ar
Cintila suavemente no céu estrelado.
E no momento mais oportuno para sonhar,
Tudo se perde neste mundo estilhaçado.
Tão inexplicável e profunda a solidão
Que não caberia neste ínfimo verso.
Eu mostro-te...Dá-me a tua mão
E caminhemos até ao fim do universo.
Estrelas cadentes doces e luminosas
Perdem o brilho através da queda.
As forças da natureza mais poderosas
São tão delicadamente frágeis como seda.
Mas o movimento nasce da apatia
E a luz sustém-se através da escuridão.
Pois o universo inteiro é apenas ironia
E não existe alegria sem haver solidão...
Friday, March 20, 2009
No fim do universo...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
3:28 PM
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pensamento(s) profundo(s)
Saturday, September 1, 2007
A escuridão
Mágoas na alma e cinzas na solidão
Sombras infelizes que ocultam a escuridão
Porque a escuridão não pertence ao mundo
Porque a escuridão é algo mais profundo
A escuridão oculta tristeza e desejo de morrer
A escuridão pertence a quem nela irá desaparecer
A escuridão é doce, simples e pura
Enquanto tudo desaparece, a escuridão perdura
A escuridão é refúgio, a escuridão é o meu lar
A escuridão não questiona nem nunca há de julgar
A escuridão esconde o mais triste pensamento
A compreensão de que a vida é um tormento
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
1:16 PM
2
pensamento(s) profundo(s)
Monday, August 27, 2007
Sonho de luz e escuridão
A noite era bela e estrelada
De momento, não sabia mais nada
Esqueci o mundo, fixando o céu
Escondi-me no seu estrelado véu
Por um segundo, ninguém mais chorou
Diria até que o tempo parou
E eu pairava, adormecida
À luz de uma lua já esquecida
Quando voltei a ver o que é real
E senti, dentro de mim, o mesmo mal
Desprezei tudo o que era terreno
E desejei, de novo, o céu sereno
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:35 AM
2
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, June 21, 2007
Carpe diem?
O tempo é frágil e o dia é perdido
Ao longo dos anos, reina a escuridão
Tormento, tristeza, mágoa, solidão
Porque apenas se dá importância ao dia
Rotina nas acções e trevas na alma
Nestes trágicos dias, que há para aproveitar
Há os que até se quiseram matar
Pois só há paz no vento nocturno
Desprezai a luz e o rumor diurno
A noite ilumina as raízes da filosofia
As estrelas honradas pela poesia
Carpe diem? Nunca! Carpe noctem
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
4:31 PM
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pensamento(s) profundo(s)



