"Reflexos de um espelho de memória
Distorcem o olhar do coração
Escondem a alegria na escuridão
Imaginas-te a contar a tua história?
A preocupação, a tristeza
Que suavemente guardas no regaço
Que torna o teu olhar gélido e baço
Que te faz sempre sentir tão presa"
"Essa preocupação, por mim sentida
É porque existo para os ajudar
E se eles não soubessem cantar
De nada serviria a minha vida
E se a infelicidade me matar
Eles me guardarão na memória
Para que serve contar a minha história
Se não existir história para contar?"
Thursday, March 27, 2008
Conversas comigo mesma...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
9:20 AM
13
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, February 14, 2008
Fatal dia de S. Valentim...
O sol esconde-se em luto fatal
A lua chora lágrimas de sal
O vento mal sopra, quase sem vida
Só a natureza vê a mágoa sentida
Pois agora chegou a altura
Mais um corpo encontrou a sepultura
Num dia tão belo, tão cheio de amor
Todos ignoram a derradeira dor
Mas também foi esse amor que me levou
Ensinou-me a voar e as asas me cortou
Trancou-me no inferno, depois de me levar ao céu
Ninguém saberá, tudo esconde o meu véu
Perdi tudo, nem sei quem sou
Ofereci a alma a quem me matou
Mas ainda vive o meu amor por ti
A emoção perdura, só eu é que morri...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
12:41 PM
5
pensamento(s) profundo(s)
Monday, February 4, 2008
Sem ela, tudo se perdeu...
Presa num mundo ao qual nunca pertenci
Pergunto a mim própria o que faço aqui
O meu coração é agora teu
E, sem ele, a minha alma pereceu
A vida escorre pela minha pele fria
Apagando toda a dor que sentia
Eras a única luz do meu ser
E, sem ela, não quis mais viver
Branca, gelada, enfrentei a morte
Assim se esvaneceu a tua sorte
Eu caí, sem vida, aos teus pés
E, sem mim, tu nada és
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:27 AM
13
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, November 22, 2007
A tua escuridão
Noite escura, o luar tremia
Nada se viu, ninguém viria
Arrepiada por um coração de gelo
Um grito na escuridão, começou o pesadelo
Perdida, sem poder acordar
A realidade, não podia tocar
Estilhaçada por amar demais
Deu-te tudo, não poderias querer mais
O sacrifício de uma vida por viver
Sem mais amar, respirar, compreender
A tua rosa, a tua escuridão
Que seja agora a tua maldição
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:31 AM
5
pensamento(s) profundo(s)
Tuesday, October 2, 2007
Vida? Morte? Ou um pouco de ambas?
Terra repleta de almas soterradas
Jardim negro de lápides esbranquiçadas
Ouro sobre azul, em paz acaba a vida
O corpo junto à terra, a mágoa adormecida
Vivendo em dor, infelicidade e sofrimento
Porque não desejar outro, mais doce, sentimento?
Pelas minhas próprias mãos desfiz-me, morri
Esvaneceu-se a dor, mas tudo o resto perdi
A morte é o fogo e a vida é a chama
Quem não vive, não sonha, não ri, não ama
Trocar a dor pela solidão?
Talvez sim... Talvez não...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
9:20 AM
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pensamento(s) profundo(s)
Monday, September 24, 2007
Tudo em nome do amor...
Quando a questionei sobre o amor
O seu olhar brilhou com tal ardor
Que tremi, de mágoa e sofrimento
Enquanto amaldiçoava o sentimento
Como um fantasma, tinha perdido a sua luz
Aprisionada na fantasia que seduz
Até a mais cínica inclemência
Castigando a alma pela imprudência
Contou-me assim como a alma escureceu
Como o corpo, na escuridão se esvaneceu
Qual choro de solidão, pelo amado esquecida
Assim, percebi eu, tinha perdido a vida
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
11:36 AM
3
pensamento(s) profundo(s)
Thursday, August 30, 2007
Tudo partiu...
Pálida, com a morte no olhar
Frágil, mal podia respirar
Doce, como a brisa matinal
Pura como o mais belo cristal
Triste, como lágrimas a cair
Distante, sem se atrever a sorrir
Ninguém a amou, ninguém a segurou
Ela tudo perdeu e tudo deixou
Um segundo e ela deixou de existir
Já não haveria razão para mentir
A sua doçura, em sangue se esvaiu
Ela era tudo, mas tudo partiu...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
5:48 AM
3
pensamento(s) profundo(s)



