Lágrimas de poetas escondidos
Lembranças de sonhadores incompreendidos
O sabor a maresia perdido no ar
O amor à poesia, uma canção de embalar
As mágoas encerradas em palavras por perceber
O frágil desejo de desaparecer
Uma vida que o lápis desenhou
Um único sorriso que congelou
Enquanto o poeta conduz a dança
Afogam-se os tristes no mar da esperança
Escondem-se os traumas na terra fria
Rejeita-se o amor, esquece-se a poesia
Um dia, também eu serei esquecida
E, como Atlândida, estarei desaparecida
Um dia, se perderá o fogo do amor
Pois a sociedade a nada dá valor
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Thursday, September 6, 2007
Escondem-se os poetas...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:36 AM
3
pensamento(s) profundo(s)
Monday, June 11, 2007
O que escrevo eu?
O que escrevo eu, senão loucura?
Amor perdido, ausência de ternura
Escrevo doces sonetos de sofrimento
Escrevo por paixão, não por talento
Escrevo lágrimas dos que choram em vão
Escrevo trevas, tristeza e solidão
Escrevo o breve sussuro da maré
Escrevo enquanto vou perdendo a fé
Pois embora eu tenha um futuro incerto
É apenas a escrever que eu liberto
As mágoas da alma e do coração
A escrita é a luz que afasta a escuridão
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
7:31 PM
0
pensamento(s) profundo(s)
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