Poeira dourada que se desfaz no ar
Cintila suavemente no céu estrelado.
E no momento mais oportuno para sonhar,
Tudo se perde neste mundo estilhaçado.
Tão inexplicável e profunda a solidão
Que não caberia neste ínfimo verso.
Eu mostro-te...Dá-me a tua mão
E caminhemos até ao fim do universo.
Estrelas cadentes doces e luminosas
Perdem o brilho através da queda.
As forças da natureza mais poderosas
São tão delicadamente frágeis como seda.
Mas o movimento nasce da apatia
E a luz sustém-se através da escuridão.
Pois o universo inteiro é apenas ironia
E não existe alegria sem haver solidão...
Friday, March 20, 2009
No fim do universo...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
3:28 PM
7
pensamento(s) profundo(s)
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