Wednesday, November 14, 2007

Estilhaços poéticos sobre a aceitação da morte

Mar de lágrimas de tristeza congelada
Luz que se esvaneceu na sua face rosada
Estilhaçar o sonho, a alegria de viver
A certeza ensanguentada de que está a morrer

Quanto sofri? Quanto sorri? Quanto chorei?
Quanto escrevi? Quanto vivi? Quanto amei?
Quanto me escondi nos confins da escuridão?
Quanto me ri da ironia da solidão?

Na vida, tudo se perde, tudo se chora
Quem se ama, o que se quer, onde se mora
Será o fim acabar a alegria ou a dor?
Porque morres tu? Eu morro por amor...