Terra repleta de almas soterradas
Jardim negro de lápides esbranquiçadas
Ouro sobre azul, em paz acaba a vida
O corpo junto à terra, a mágoa adormecida
Vivendo em dor, infelicidade e sofrimento
Porque não desejar outro, mais doce, sentimento?
Pelas minhas próprias mãos desfiz-me, morri
Esvaneceu-se a dor, mas tudo o resto perdi
A morte é o fogo e a vida é a chama
Quem não vive, não sonha, não ri, não ama
Trocar a dor pela solidão?
Talvez sim... Talvez não...
Tuesday, October 2, 2007
Vida? Morte? Ou um pouco de ambas?
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
9:20 AM
6
pensamento(s) profundo(s)
Monday, October 1, 2007
Notícias: Carpe diem?
Como se pode ver, pesquisando um pouco nos arquivos, escrevi, há alguns meses, a meio de uma aula de física, enquanto conversava com dois loucos colegas sobre temas deveras estranhos, um poema ao qual chamei "Carpe diem?"
(deixa-se o link para facilitar o trabalho:
http://fatalidades-da-literatura.blogspot.com/2007/06/carpe-diem.html )
acontece que esse perturbadoramente belo poema (não sou nada modesta, pois não?)
aparece agora num vídeo, realizado pelo conhecido realizador (e meu amigo) Miguel Cravo...
Embora o poema não tenha sido interpretado como eu esperava que fosse, tenho de admitir que me encanta a ideia de ver um poema meu num vídeo alheio...E que até fica bem...
É claro que gostava que vissem, por isso o deixo também por aqui...
poeticamente escrito por
Isabel
escondido nos confins da escuridão em
9:22 AM
1 pensamento(s) profundo(s)